manual de escrita

A pêqui recebe textos sobre os mais diversos assuntos. Temos preferência por narrativas que partam de experiências concretas. Sempre que possível, sugerimos que os autores procurem personagens, cenas, objetos, situações ou memórias que permitam ao leitor acessar o tema por uma perspectiva humana.

linguagem

A pêqui privilegia textos acessíveis, fluidos e próximos do leitor. Não é necessário adotar um tom excessivamente formal nem reproduzir o estilo tradicional do jornalismo diário. Valorizamos uma escrita clara, natural e precisa.

Termos técnicos, acadêmicos ou especializados podem ser utilizados quando necessários, mas recomendamos que sejam contextualizados de maneira compreensível para leitores de diferentes formações.

Cada autor possui sua própria voz. Não exigimos uniformidade de estilo, mas incentivamos textos que priorizem a clareza e a legibilidade.

construção da narrativa

Sempre que possível, recomendamos iniciar os textos por uma cena, uma observação, uma conversa ou uma lembrança. Acreditamos que o leitor se conecta melhor com uma história quando pode entrar nela antes de receber explicações.

Também valorizamos narrativas que mostram antes de explicar. Detalhes, imagens, falas e situações frequentemente comunicam mais do que longas descrições conceituais.

Dados, pesquisas e contextualizações são bem-vindos, mas preferimos que apareçam em diálogo com a narrativa, ajudando a ampliá-la sem interromper seu fluxo.

personagens e representação

Preferimos histórias que reconheçam a complexidade das pessoas. Não buscamos personagens perfeitos nem retratos simplificados da realidade.

Acreditamos que boas narrativas surgem da observação atenta, da escuta cuidadosa e da disposição para compreender diferentes perspectivas.

extensão dos textos

Os textos publicados pela pêqui costumam variar entre 600 e 1.500 palavras.

Narrativas mais curtas ou mais extensas podem ser avaliadas em situações específicas, mas recomendamos que os autores priorizem a concisão. Cada texto deve ter o tamanho necessário para contar sua história com clareza, sem excessos.

títulos e linhas de apoio

Os títulos devem ser claros, convidativos e capazes de despertar a curiosidade do leitor.

Sempre que possível, recomendamos o envio de uma linha de apoio curta, que complemente o título e apresente o tema da narrativa sem resumir completamente a história.

ilustrações

A pêqui trabalha exclusivamente com ilustrações. Os autores não precisam enviar fotografias junto aos textos.

Quando necessário, a equipe editorial poderá solicitar informações adicionais sobre personagens, cenários ou elementos da narrativa para auxiliar no desenvolvimento das ilustrações.

lembretes finais

Este manual não deve ser entendido como um conjunto de regras rígidas, mas como uma referência editorial. Histórias são diferentes entre si, assim como seus autores.

A pêqui recebe textos sobre os mais diversos assuntos. Temos preferência por narrativas que partam de experiências concretas. Sempre que possível, sugerimos que os autores procurem personagens, cenas, objetos, situações ou memórias que permitam ao leitor acessar o tema por uma perspectiva humana.

linguagem

A pêqui privilegia textos acessíveis, fluidos e próximos do leitor. Não é necessário adotar um tom excessivamente formal nem reproduzir o estilo tradicional do jornalismo diário. Valorizamos uma escrita clara, natural e precisa.

Termos técnicos, acadêmicos ou especializados podem ser utilizados quando necessários, mas recomendamos que sejam contextualizados de maneira compreensível para leitores de diferentes formações.

Cada autor possui sua própria voz. Não exigimos uniformidade de estilo, mas incentivamos textos que priorizem a clareza e a legibilidade.

construção da narrativa

Sempre que possível, recomendamos iniciar os textos por uma cena, uma observação, uma conversa ou uma lembrança. Acreditamos que o leitor se conecta melhor com uma história quando pode entrar nela antes de receber explicações.

Também valorizamos narrativas que mostram antes de explicar. Detalhes, imagens, falas e situações frequentemente comunicam mais do que longas descrições conceituais.

Dados, pesquisas e contextualizações são bem-vindos, mas preferimos que apareçam em diálogo com a narrativa, ajudando a ampliá-la sem interromper seu fluxo.

personagens e representação

Preferimos histórias que reconheçam a complexidade das pessoas. Não buscamos personagens perfeitos nem retratos simplificados da realidade.

Acreditamos que boas narrativas surgem da observação atenta, da escuta cuidadosa e da disposição para compreender diferentes perspectivas.

extensão dos textos

Os textos publicados pela pêqui costumam variar entre 600 e 1.500 palavras.

Narrativas mais curtas ou mais extensas podem ser avaliadas em situações específicas, mas recomendamos que os autores priorizem a concisão. Cada texto deve ter o tamanho necessário para contar sua história com clareza, sem excessos.

títulos e linhas de apoio

Os títulos devem ser claros, convidativos e capazes de despertar a curiosidade do leitor.

Sempre que possível, recomendamos o envio de uma linha de apoio curta, que complemente o título e apresente o tema da narrativa sem resumir completamente a história.

ilustrações

A pêqui trabalha exclusivamente com ilustrações. Os autores não precisam enviar fotografias junto aos textos.

Quando necessário, a equipe editorial poderá solicitar informações adicionais sobre personagens, cenários ou elementos da narrativa para auxiliar no desenvolvimento das ilustrações.

lembretes finais

Este manual não deve ser entendido como um conjunto de regras rígidas, mas como uma referência editorial. Histórias são diferentes entre si, assim como seus autores.

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